segunda-feira, 19 de novembro de 2012






Em trânsito de Valência para Girona paramos na cidade de Castelhó onde conhecemos um casal super simpático, Miguel (ou Manuel) e Rosângela, ela artista plástica com um trabalho muito delicado e forte ao mesmo tempo, vou pesquisar o site dela e colocarei o link aqui.
Mas, em duas coisas pelo menos os nossos assuntos se cruzaram, ela tem um trabalho chamado "hilo de memória" que é uma instalação com a antiga máquina singer de sua família e seus próprios cabelos, uma coisa..gravei um pequeno vídeo, mas nao sei por aqui...
já o outro trabalho é "caixa de memória" onde ela faz uma espécie de museu pessoal em caixas de sapato com miniaturas, tudo a ver com um trabalho que desenvolvemos uma vez em Goiania com Maria Lina, Sonia, Daniela e Juliana, numa escola..se o mundo é pequeno ou grande eu não sei...o que importa são as conexões....ê viva meu deus..ê viva meus deus caaamaaaarááááááá´

domingo, 18 de novembro de 2012

oito anos depois...

Outra coisa a respeito das tardes,
são sempre ..mais tarde, quando você diz no final da tarde...quer dizer..noite...e a tarde só começa depois do almoço que é entre 2 as 3 ou ate mesmo 4....
Continuo lost in translation...um pouco menos...fico pensando que uma das dificuldades (dentre tantas) da aprendizagem (e do acostumbramento) com o castelhano é que soa como um português não muito correto ou antigo...
mas aprender é um deslocamento...e por aí vou montando um acervo de usos (frases, palavras, intenções  que vão começando a ser possíveis..

segunda-feira, 5 de novembro de 2012


  • tarde de 4 de novembro ..2012 eu fui ver...Louise Bourgeois (París, 1991 – Nueva York, 2010),


  • Vivo en una tormenta y trato de aferrarme no a las palabras, sino a balsas. Construyo todas mis balsas, muy sola.
  • El arte es una huida, no un destino.
  • Mi feminidad está roída por las ratas. Roída por dentro y por fuera como un  huevo agujereado con un alfiler y luego sorbido hasta vaciarlo. Hay que fortificarla,  reforzarla, hacerla como una pelota de espuma que rebota hasta el techo”.
  • Mi infancia nunca ha perdido su magia, nunca ha perdido su misterio y nunca ha perdido su drama. Todos mis trabajos de los últimos 50 años tienen su origen en mi niñez.
  • Voy a enhebrar mis fracasos como perlas alrededor de mi cuello, son los fracasos los que nos hacen mejorar.
  • Pasé 2 o 3 años en los que las palabras eran mi arcilla…Las palabras eran todo lo que poseía al margen de mis 5 sentidos.[...] Las convertía en sustancia.
  • Todas estas piezas transmiten uno de 2 mensajes: según se vean desde tu punto de vista o desde el mío.
  • Una mujer no tiene lugar como artista hasta que prueba una y otra vez que no será eliminada.
  • Cuando nací mis padres peleaban como gatos y perros. El país se preparaba para la guerra y mi padre, que quería un niño, me tuvo a mí.
  • Mal haya quien mal piense.
Tardesmadrileñas

Nada demais...mas é que são minhas agora, e como não consigo viver o labiríntico facebook, me achei nessa vontade de registrar, narrar um pouco das "deambulaçoes" que ando fazendo por esta cidade. Custo a crer, mais onze meses para estar aqui. 
Por enquanto é só!